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Apps para que te quero

Um blog sobre Apps, que dá a conhecer serviços que existem, o seu modo de funcionamento, as vantagens e melhorias que se podem fazer.

Apps para que te quero

Um blog sobre Apps, que dá a conhecer serviços que existem, o seu modo de funcionamento, as vantagens e melhorias que se podem fazer.

27
Out16

PackPoint: A App para fazer as malas


Teresa Noronha

PackPoint_Teresa_Final.png

 

Descobri esta App quando fui abordada por uma amiga sobre a possibilidade de criar uma App com a indicação do que levar em viagem. O cenário que ela me colocou foi: imagina uma viagem para um país longínquo, ou vários em cruzeiro. num mix de trabalho, laser, jantares temáticos e saídas a passeio pela cidade, com diferenças de temperatura entre as situações. E eu, tentada, fui logo investigar. Foi desta forma que conheci a PackPoint.

 

Fazer as malas é sempre bom, porque significa novas experiências, mas também é aquele desassossego. Se chove, se faz frio, se temos de levar roupa de passeio e formal, se vamos a eventos e espetáculos, o que vestir? E se afinal nos calha um sol escaldante de Inverno. Já vos aconteceu? A mim já. Toda esta logística fica muito mais desafiante com um bebé e apenas com 20 Kgs de bagagem. 

 

A PackPoint, está disponível em Android e iOS, e permite planear a viagem.

  • Indicamos o destino, a data, a duração da estadia e se vamos a negócio ou lazer, ou ambas;

Pack-Point-App-Inicio.jpg

 

  • Apresenta um conjunto de atividades que nos propomos fazer e se vamos repetir o básico ou usar lavandaria;

PackPoint-Actividades.png

 

  • A App apresenta a previsão do tempo para o período que selecionamos e uma lista bestial do que temos de levar, que está categorizada por: Essenciais (como o itinerário da viagem, bilhete, carregador de telemovel, etc) e uma lista para cada uma das atividades que selecionamos.

 

As listas são brutais, com muito pormenor. A lista dos items de viagem para bebés e neve, são mesmo muito úteis e tem detalhes muito úteis, como por exemplo: chave de casa, o número de peças de roupa interior, carregador do telemóvel, corta unhas, enfim, todo um mundo de coisas que só nos lembramos quando começamos a fazer a mala com alguma antecedência.

 

Pontos de melhoraria para mim é o interface gráfico da aplicação. Penso que sobretudo as listas podem ser apresentadas de forma mais apelativa, na versão android.

 

Considerada uma das melhores Apps de viagem, se vai viajar, consulte. Tenho a certeza que vai ajudar.

 

 

24
Out16

Web Summit em números


Teresa Noronha

web summit2016.jpg

A duas semanas do maior evento de tecnologia, pela primeira vez em Portugal, vou partilhar convosco a minha preparação para o evento.

 

Para além de me alinhar com quem vai comigo ao evento, já enviei os pedidos de entrevista.

 

Descarreguei a App, que hoje teve o seu lançamento oficial para quem vai estar presente no evento nos formatos Web e Mobile.

 

Fiz a minha primeira lista, que explica bem a dimensão do evento e que partilho convosco:

  • 50.000 participantes
  • 7.000 CEOs
  • 15.000 empresas (cerca de 2.000 startups, 150 das quais portuguesas)
  • 1.500 investidores
  • 165 países
  • 600 oradores
  • 66 startups que vão representar Portugal
  • 20 conferências temáticas
  • 15 palcos temáticos
  • 5.000 participantes portugueses
  • Neste momento o valor dos bilhetes variam entre os 800€ e os 5.000€
  • 1.500 jornalistas
  • 2.000 voluntários
  • 1.3 milhões de euros por ano de apoio público dado ao evento

 

Acho muito interessante o Surf Summit na Ericeira, no fim de semana anterior ao evento.

 

Para mim, a cereja no topo do bolo, é o The Forum, um encontro, realizado pela primeira vez numa Web Summit, em que governantes de todo o mundo estarão junto dos CEO's das empresas líderes a debater a forma como a tecnologia está a moldar o nosso mundo.

 

22
Out16

À Conversa com #4: Knok


Teresa Noronha

A vida de quem trabalha numa startup para além de ser cool, começa cedo. Pequeno-almoço às 8:00h da manhã em Lisboa, no dia em a Knok foi recebida, assim como as restantes 66 Startups portuguesas que passaram o Road2websummit, pelo Sr. Presidente da Republica Marcelo Rebelo de Sousa em Belém. José Bastos acordou às 4:30h da manhã com a família no Porto e aterrou às 7:30h no aeroporto de Lisboa. Às 8:00h já estava à conversa comigo. Penso que foi bem recebido!

 

Knok_1.JPG

 Fotografia Hugo Noronha

 

Licenciado em Gestão pela Faculdade de Economia do Porto, fez carreira na Sonae e deixa a empresa para ser cofundador da Knok, a App que quer ser a Uber, um serviço de excelência ao alcance de todos para os cidadãos que necessitem de um médico.

 

 “Eu acho espetacular quando os meus amigos me dizem, eu é que gostava de ter uma Startup como tu e eu digo-lhes é muito fácil!”

 

Como é que surgiu a Knok?

Surgiu por causa dos filhos, o meu filho mais novo ficou doente com uma coisa que era uma virose no fim do dia, mas que me obrigou ir 3 vezes com ele a um hospital privado e foi muito mau, falei com 3 médicos diferentes, tive 3 diagnósticos diferentes, isto em 9 dias. E a certa altura, é aquela coisa de uma pessoa dizer: o que eu queria mesmo era poder escolher um médico, que ele viesse ter comigo e que eu não estivesse 3 horas à espera. Foi mesmo num daqueles picos de gripe. Andei à procura de uma App e não havia. Eu queria ser cliente dessa App. E não havia.

Depois comecei a falar com um dos meu cofundadores, o Pedro, a mulher dele é médica e tem 3 filhos, portanto conhecia bem a situação e começámos a falar da situação a rir. Isto era engraçado e não existe. De “não existe”, até “porque é que não existe”, “será que existe em algum país”, na altura ainda não tinha sido lançado em sitio nenhum mesmo, nem nos Estados Unidos em que agora já foi lançado, passou pouco tempo para começarmos a desenhar o modelo de negócio. E vimos que podia funcionar, começámos a afinar o modelo, aplicámos o método de lean canvas que se diz que quem tem um projeto para uma startup deve sempre fazer, e deve-se mesmo, e percebemos que as peças encaixavam todas e de repente… “e se fizéssemos?”.

Às tantas as questões eram: “- Será que vamos ter doentes? – Será que vamos ter médicos?”

A partir daí eu aproveitava todo o tempo que tinha com qualquer pessoa para perguntar se utilizaria a App e depois graças à rede de contactos da mulher do Pedro, e depois o nosso CFO a mulher dele também é médica, somos amigos há muitos anos e graças muito à rede de contactos dos médicos proporcionada pela mulher do Pedro e pela mulher do António, comecei a falar com muitos médicos e a questionar se eles teriam vontade de participar.

Através dessas conversas percebemos que havia doentes interessados em serem clientes e médicos interessados em dar consultas. Começámos a segurar mais o modelo de negócio, para um modelo mais fino, depois começámos a pensar se existia a possibilidade de fazer uma App que fizesse aquilo que nós queríamos, a seguir apareceu a nossa equipa de IT que nos demonstrou que tecnicamente era possível. Foi nessa altura que dissemos, vamos lançar-nos nisto a sério, vamos lá!

 

Em que momento é que se tem essa sensação: - É agora?

É engraçado que isto é um bocado como os balões, tem que aquecer primeiro, mas depois sobe por ele. É aquele momento em que começa a haver uma pressão de toda a gente, porque é que não fazes, porque é que não lançam? Porque é que não fazes, porque é que não se faz? Aí percebemos que a ideia já existe e que já não há como parar.

 

Quantos é que são?

Somos 9. Há 8 cofundadores, e há um médico que está connosco desde sempre e que tem tratamento equivalente de cofundador. Quatro de nós somos mais velhos, sou eu, o Pedro, o António, e a Carolina que vive em Londres e que é a nossa responsável de Marketing e depois quatro pessoas mais novas, que são a nossa equipa técnica dos quais dois deles são médicos, um deles é bioquímico doutorado em Química, e o outro Engenheiro. Para além desta equipa de cofundadores temos este médico que ajuda mesmo muito a gerir a equipa médica.

 

Quanto tempo demorou desde a ideia até à concretização?

Um ano desde a ideia até ao lançamento que ocorreu a 4 de dezembro de 2015. Está on-line quase há 1 ano. Da ideia até agora, foram praticamente 2 anos.

Quase toda a gente, tirando 2 de nós, trabalha em part-time. Funciona bem o formato entre nós. Todos comprometidos com a empresa, toda a gente dá o melhor que pode com um forte sentido de compromisso.

 

E durante este percurso, qual foi o momento em que consideraram de maior sucesso?

Uma resposta difícil pela própria definição de sucesso. No dia do lançamento, lançamos no Demo Day do Lisbon Challange do ano passado, por isso tínhamos uma sala cheia de pessoas e tínhamos muitos médicos on-line e as pessoas fizeram o download da App, foi giro e tivemos imenso feedback. Esse dia foi um dia espetacular, foi ver materializado o conceito.

O dia da 1ª consulta foi também um dia espetacular.

Algo que damos muito valor e que é para nós um indicador de sucesso é que todas as nossas consultas têm sido avaliadas com 5 estrelas o que é melhor do que as nossas próprias espectativas, muitos dos médicos que nos aparecem é por “word of mouth” ou seja, são outros médicos que lhes recomendam e para nós este também é um indicador de sucesso. Quando abrimos uma nova cidade é mais um sentimento de sucesso. Agora que estamos a fechar o nosso primeiro round de investimento, a nossa V.C. é inglesa. Ter uma entidade perfeitamente independente a acreditar na nossa solução é um indicador de sucesso e estarmos a crescer 15% à semana é para nós também outro indicador de sucesso.

 

Knok_2.JPG

  Fotografia Hugo Noronha

 

Qual foi o maior desafio?

Quando se é uma Startup tudo é um desafio, não é? Não temos recursos para nada.

Os maiores desafios são 2, manter o ritmo de crescimento com um consumo de recursos razoável e internacionalizarmo-nos. Para nós é um desígnio muito forte, o da internacionalização. Mas é difícil para uma startup portuguesa sermos levados a sério internacionalmente na área da saúde. A nossa V.C. é inglesa e pensamos que essa situação nos vai favorecer.

 

Qual é que está a ser o maior desafio para as Startups em Portugal?

A falta de recursos. Mas vou falar da minha experiência pessoal, de uma pessoa mais velha...

Uma Startup tem de ser sustentável. Aquelas estatísticas de 10% tem funding, só 1 % têm sucesso. A sensação é de empurrar a pedra pela montanha a cima. Não há recursos, temos de fazer tudo!

É exigente, é solitário, é duro. O maior sucesso ainda não foi. E quando esse sucesso se materializar, temos de estar focados e andar para a frente. Um sucesso é só o patamar para o passo seguinte, não é um objetivo em si!

Numa empresa há ciclos anuais, há avaliações, há planos de recompensas estruturados. Aqui só há caminho a percorrer!

Há duas coisas que distinguem uma startup:

O passado não interessa mesmo nada, porque o que passou já não conta, não há amarras e há a capacidade e a velocidade a que as coisas acontecem. A velocidade em que tudo acontece é brutal. Um ano numa startup equivale a sete numa empresa.

Há um sentimento de que a vida nos está a fugir debaixo dos pés. Por isso é que isto é um estilo de vida, um projeto de família,  é de corpo e alma. É uma parte da vida, não há separação entre o trabalho e a nossa vida pessoal.

É precisa toda a disponibilidade necessária em função do projeto.

Uma das pessoas da V.C. que está connosco um dia disse-me: “Zé, tu podes ser o maior acionista mas a tua mulher é o maior investidor.” E é mesmo verdade!

Se o meu filho mais velho tivesse de fazer um pitch sobre a knok ele fazia, mas fazia sem hesitação! Nós somos uma família, com 2 filhos e a knok.

Isto é uma opção de vida. Tem de ser um projeto de família, não é um projeto individual, é uma opção de vida, é um sentimento de que se está a empurrar um rochedo por uma montanha acima. Temos de ser muito resilientes.

 

E não há aqueles momentos em que pensa: Mas porque é que eu me meti nisto e não me deixei ficar?

Haver há, mas não adianta de nada!

A maior diferença para as startups de malta mais nova é que temos uma maturidade de mercado em que percebemos que temos de ser rápidos, mas tem de correr bem. O produto tem de ser bom! Temos de equilibrar a rapidez com a qualidade de execução.

Temos de saber lidar com um conjunto de agentes, que não são fáceis. Uma startup em Portugal é um desafio por si.

 

Como é que se pede investimento?

Com jeitinho! A nossa experiência foi a de sermos muito claros nas conversas que tivemos com os investidores, e tivemos muitas. Fechámos com os que escolhemos porque houve uma afinidade reciproca muito grande. Sempre fomos muito claros sobre quem somos e quem queremos ser, quanto dinheiro queremos e porque é que o queremos.

Porque o problema numa relação com investidores é que o 1º pitch é uma conversa de 5 minutos em que o investidor está a ver o e-mail enquanto nos ouve.

Ou somos muito concretos e diretos a dizer o que é que queremos ou não vai acontecer nada.

Aí fomos fundamentalistas: Nós queremos vender consultas, a um preço que esteja ao alcance da maioria, de cuidados primários, a doentes, com médicos bem pagos para melhorar a saúde primária nos mercados onde estivermos presentes. E para nós isto era claro e totalmente alinhado com o nosso modelo de negócio. Ou somos muito concretos e diretos ou não somos nada.

Uma coisa era muito clara para nós: queremos ser um produto para as massas e não uma opção para as classes elevadas. Queremos contribuir positivamente para a sociedade.

 

É importante ter passado como empresa Portuguesa na Road2websummit?

Estar no Web Summit é bom, é porreiro, queremos começar a tratar do próximo funding round e o nosso objetivo é falar com eventuais parceiros e investidores de impact investment, do setor da saúde e idealmente com setor segurador. E queremos falar com eles. O networking que queremos fazer é este e dar a conhecer a knok, claro. As seguradoras são um setor de ligação evidente com o nosso negócio.

 

Em Portugal está a haver um momento de viragem?

Sim claramente. Mas faltam duas coisas:

- uma startup com um exit brilhante para termos track-record  de casos de sucesso. Acredito que esse momento está mesmo para acontecer em Portugal, existem Startups com projetos incríveis, várias, que com toda a certeza vão dar e fazer sucesso.

- E falta também um caso de sucesso com um exit massivo do lado dos investidores portugueses, para ganharem mais confiança.

 

Quais são as Apps de Referência da Knok?

A Uber, gosto da App, do serviço e das pessoas. Gosto das Apps simples que transmitem uma boa user experience. A nossa App é fácil, e perfeita para o que necessita de oferecer e esta era uma grande preocupação.

Ryanair, o flow de utilização é super simples, fácil, funciona muito bem.

Gosto muito da Handy, que tem um UX muito bom e um processo de onboarding dos fornecedores brilhante.

 

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 Fotografia Hugo Noronha

 

18
Out16

MyWineTour: App de visitas turisticas com provas de vinho


Teresa Noronha

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O vinho está na moda, o vinho é uma marca de algumas culturas e hoje em dia há uma oferta turística em torno do vinho, porque existem pessoas interessadas em fazer provas, conhecer as quintas, as vinhas e a forma como se produz esse liquido precioso.

 

O interesse intensifica-se obviamente na altura das vindimas, mas não só. Qualquer altura é boa para conhecer uma adega, as suas histórias e mistérios. Por norma misturam-se com histórias de família.

 

A My Wine Tour é uma App, que mediante alguns critérios de pesquisa apresenta um roteiro de possibilidades e experiências a explorar em torno do vinho.

 

A App tem roteiros definidos em Portugal, Espanha e Itália.

 

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Se o vinho pode ser um dos conceitos para programar uma férias, vai para um destes locais e gostaria de saber quais as Quintas com Enoturismo que deve visitar ou quais as que se encontram mais próximas de si, não deixe de descarregar esta App. Vai ter muitos locais para visitar!

 

 

17
Out16

Feedly: Uma App para quem gosta de leitura digital


Teresa Noronha

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Sou consumidora acérrima de literatura digital. Sempre li muitos jornais, livros, revistas… tudo. Sei que muitos dos meus amigos se recordam de mim com um livro ou revista na mão, porque de facto esse é o meu estado natural.

 

O mundo mudou e na era digital as notícias que consumo diariamente são digitais. Verdade seja dita que continuo a consumir revistas e livros, mas jornais apenas pontualmente. Comprei duas edições do Jornal Económico, para conhecer e para adquirir a revista StartUp e mesmo este me mostrou que já está adaptado ao formato digital.

 

Neste percurso há vários anos que me tornei uma real consumidora de blogs. Hoje em dia para conseguir ver todos os blogs e notícias que gosto de consultar, tenho todos os dias de aceder a um conjunto de URLs. Com o Feedly não existe mais essa necessidade. Adicionei o conjunto de blogs e sites de notícias que costumo consultar e coloquei-os no tablet. Todos os dias quando tenho algum tempo e necessito de ver as novidades acedo ao feedly e lá consigo encontrar os últimos updates dos meus blogs, sites de notícias e de opinião que eu sigo.

 

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 Phone Photography Dina Domingues

 

A imagem da App é muito clara, o modo de apresentação dos posts é muito bom e costumizável. Para melhorar a experiência, apresenta os posts desde que eu acedi a última vez, sem me deixar na dúvida se perdi algum capítulo de informação.

 

Descarreguem esta App pois vai mudar a vossa experiência como consumidores de informação digital, para melhor.

 

 

15
Out16

Apps que me fazem falta#5: Pequenos-almoços


Teresa Noronha

Pequeno Almoço.jpg

Phone Photography Teresa Noronha

 

 

Com a chegada do Outono, o pequeno-almoço aconchegado e demorado é um marco do fim-de-semana.

 

 

Já não há pressa para ir para a praia, para ir fazer o programa que começa logo cedo, nem é necessário estar a tratar das compras do Natal. É uma boa altura para disfrutar da casa, do pijama, de estar em família e de arrumar as gavetas (as dos armários e as da cabeça).

 

Ora, num cenário destes quem é que quer sair de casa para ir comprar os elementos para o pequeno-almoço? Tirar o pijama? Quem eu? Bem então os ovos mexidos ficam para amanhã… mas amanhã já é domingo e o tempo voa. O melhor seria mesmo aproveitar. Há algum serviço em conta que eu possa chamar? E a resposta é não.

 

Pois bem, pessoas empreendedores desta vida, toca a pensar nisto. Já estou a ver os turistas todos que se encontram em aluguer de casas a bater palminhas com este serviço. Conhecer os pequenos-almoços tipicamente portugueses, com as melhores iguarias da estação.

 

A ideia seria ter pequenos-almoços com vários menus:

  • mais típicos,
  • mais saudáveis e,
  • mais requintados para momentos especiais.

 

Fico a aguardar este serviço na cidade. E só por causa do blog, experimento. Faço isso, para vos escrever um post no blog a contar… granda desculpa.

 

Bom fim-de-semana. Espero que tenham começado com um bom pequeno-almoço!

12
Out16

My SNS: App do Serviço Nacional de Saúde


Teresa Noronha

MySNS-1.jpg

 

A App do Serviço Nacional de Saúde foi lançada no final de Setembro. É uma App útil e prática que fomenta a proximidade com o cidadão.

 

Nesta App é possível:

  • Aceder às últimas notícias do setor da saúde em Portugal;

 

  • Aceder à Área do Cidadão, com uma plataforma muito semelhante ao site online www.sns.gov.pt Já utilizei para marcar consultas e funcionou na perfeição. Agendei a hora e o dia que queria e depois confirmaram. Tudo isto sem sair da cadeira e sem perder um tempão em transportes e filas. Fico mesmo feliz quando a tecnologia ajuda;

 

  • Acesso ao programa saúde+ e a toda a informação relativa a este programa, incluindo o plano de vacinação, informações sobre a consulta do viajante e como obter o Cartão Europeu de Seguro de Doença;

 

  • Tem uma área para a informação sobre Entidades de Saúde, mas que quando esta a fazer a utilização para escrever o post não se encontrava a funcionar;

 

  • Disponibiliza o número e a ligação para a Linha Saúde 24;

 

 

  • Disponibiliza um e-mail e a possibilidade de enviar feedback relativamente ao uso do My SNS;

 

  • Informa sobre o contexto em que está inserida a disponibilização desta App nesta versão e da intensão de brevemente disponibilizar a CeS - Carteira eletrónica de Saúde, onde outras funcionalidades como guias de tratamento da Receita sem Papel, eBoletim de Vacinas e Testamento Vital passarão a ser disponibilizadas.

 

 

Pontos Fortes

O que mais me agradou na App, nesta versão é o acesso ao portal, à possibilidade de marcação de consultas via App e a disponibilização de informação útil.

 

Pontos a Melhorar

A usabilidade da App e a sua organização. É bom que na próxima versão fique mais evidente que o que está a ser promovido é um serviço muito mais do que disponibilizar informação.

 

Penso que a App nesta versão é um bom passo, para um caminho que está já a ser percorrido. Há ainda muitas possibilidades a explorar, mas acredito que o mindset para o serviço a prestar está lá. 

 

 

11
Out16

Hopper: A App certa para agendar viagens de avião


Teresa Noronha

hopper_0.png

 

A Hopper é a App que sempre sonhamos para agendar viagens de avião. Para além de ser rápida e eficaz na seleção, tem a preocupação de nos apresentar os preços para datas alternativas, avisar se a viagem em princípio terá descontos nos próximos dias e envia mensagens quando esse dia chega. Quando selecionamos a origem e o destino, constrói automaticamente um mapa, com cores, indicativas das datas por preços, para os próximos 12 meses do ano.

 

hopper_1.jpg

 

A aplicação propõe-se analisar mil milhões de tarifas diariamente para recomendar a melhor data para efetivar a compra da viagem. De acordo com a Hopper o cliente da aplicação pode economizar até 40% em cada voo. 

 

Considerada uma das Melhores Apps pela Apple Store em 2015 e Award Winner pela Google Play em 2016, é uma App a descarregar e boas viagens!

 

 

 

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